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BRASILEIROS PREFEREM PASSAR O FERIADO DE PÁSCOA EM CASA SEM RECEBER VISITAS, DIZ PESQUISA

Publicado segunda, 29 de março de 2021





33,9% tem preferência pela compra online, mas 59,1% gostaria de fazer as compras de Páscoa em lojas físicas

O ano está passando rápido e já estamos a poucos dias da Páscoa. A Hibou - empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, acaba de publicar uma pesquisa de mercado levando em consideração os hábitos e a intenção de compra do brasileiro, e os reflexos da pandemia no feriado nesta data. Realizada em parceria com a Scoregroup, entre outros dados, os resultados mostram que, se os brasileiros estivessem em condições de ir às ruas, 59,1% amaria comprar seus ovos em lojas físicas, e uma fatia de 33,9% teria preferência de compra pela internet na Páscoa.

"Entendemos também que, antes da pandemia, 73,2% das pessoas celebravam a Páscoa na casa de amigos e familiares e, agora em 2021, 58,7% afirmou que ficará em casa, e sem receber visitas, e apenas 20% ainda não decidiu o que fazer. Ou seja, o brasileiro vai deixar de receber pessoas próximas em casa em respeito à quarentena. No entanto, ainda há uma parcela da população mantém planos de viagem, mesmo na fase mais grave da pandemia, para praia (7,8%) e interior (5,7%)", relata, Ligia Mello, sócia da Hibou, e coordenadora da pesquisa.

Páscoa consciente

Um cruzamento de dados entre a pandemia e a Páscoa mostrou que 55,1% das pessoas continuarão utilizando máscaras de proteção ao sair pelas ruas, 50,3% acredita que as cidades continuarão em alertas amarelos e vermelhos e 41,2% ainda acha que teremos muitas pessoas internadas no período. Apenas 0,9% acredita que a situação emergencial provocada pelo COVID-19 terá passado e 7,4% tem fé de que restaurantes estarão abertos para comemoração da data em família.

Supermercado, o essencial dos ovos de páscoa

Em relação às compras físicas, em tempos de pandemia, o supermercado se tornou uma grande opção para as compras, com 64,7% da intenção, seguido das lojas de chocolaterias de marca, opção para 45,1%. Apenas 24,9% dos consumidores comprariam fisicamente de produtores caseiros ou conhecidos.

O presente em formato de ovo de Páscoa ainda é o grande campeão, com 60,3% das escolhas, seguido das caixas de bombons, para 32,8%. O preço, para 45%, ainda é o fator decisivo na hora de comprar chocolates na Páscoa, o sabor é importante para 33,9% e uma promoção é mais relevante para 31,3%.

Chocolate, chocolate, chocolate

Para o time dos que gostam de doces, 43,2% acha que não pode faltar ovos de Páscoa e 38,6% acha que é importante mesmo que tenha chocolates em geral. Já para o time dos salgados, é imprescindível que tenha qualquer peixe para 23,1% e para outros 23,1%, que preferiram ser mais específicos, não pode faltar bacalhau. Ou seja, é uma data na qual o brasileiro gosta mesmo é de comer peixe.

"A pesquisa mostrou que todo mundo recebe ovos e chocolates de presente. A divisão é bem justa entre os familiares, porém, em uma pequena diferença entre os outros, sobrinhos e afilhados (32,1%), cônjuges e namorados (31,4%), ou mesmo quem presenteia a si mesmo (29,3%), são os mais beneficiados na data.", conclui, Ligia.

Se não houvesse pandemia....

Parte dos brasileiros prefere comemorar a Páscoa somente com almoço em família (51,8%), outra parte de entrevistados gosta de almoço em família com troca de ovos (35,5%), pratos típicos no almoço de domingo também é opção (22,7%), assim como churrasco em casa (14,1%), ir à missa (12,3%) e caça aos ovos com crianças (10,5%).

A Páscoa para os brasileiros é sinônimo de Ressureição, Renascimento, Chocolate, Família e Amor. Significa um feriado com simbolismo da ressureição para 49% e um feriado religioso para 18%, mas apenas 31% não come carne vermelha por motivo de religião.

Metodologia

Um total de 1.611 brasileiros responderam de forma digital, entre 25 e 31 de janeiro, de São Paulo, localizadas em Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Brasília, Recife e Manaus, garantindo 95% de significância e 2,44% de margem de erro nos dados revelados. A pesquisa engloba todos os níveis de renda e faixa etária.




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