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Guaxupé, 04 de março de 2026


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Criminoso apontado como autor da morte dos jovens de Guaxupé e Guaranésia é morto em ação da Polícia Civil de Santa Catarina

Publicado sexta, 16 de janeiro de 2026





Na manhã desta sexta-feira (16), um criminoso investigado por liderar sequestros, torturas e homicídios ligados à facção criminosa PGC foi localizado e morreu após reagir à prisão.

O homem, conhecido no meio criminoso como “Tio Sam”, apontado como integrante da facção no Morro da Boa Vista, em São José, foi encontrado em uma casa no bairro São Paulo, em Navegantes. A ação foi conduzida pela Delegacia de Roubos e Antissequestro da DEIC, com apoio da DIC de Itajaí.

Segundo a Polícia Civil, no momento em que os agentes tentaram cumprir a prisão, o bandido reagiu utilizando um revólver. Diante da ameaça, os policiais efetuaram disparos. Ele foi atingido e morreu no local.

De acordo com a investigação, o criminoso tinha 30 anos, era natural de São José e possuía dois mandados de prisão em aberto. Ele era investigado por envolvimento direto em diversos casos de sequestro e homicídio registrados nos últimos meses na Grande Florianópolis, sempre ligados à atuação da principal facção criminosa do estado.

A Polícia Civil confirmou que ele estava à frente do sequestro, tortura e execução dos jovens

Bruno, Daniel, Guilherme e Pedro, moradores em Guaxupé e Guaranésia, ocorrido no final de dezembro de 2025, na Grande Florianópolis. As vítimas haviam desaparecido após chegarem à região e foram assassinadas de forma brutal por terem sido supostamente confundidos como membros do PCC, em um crime que chocou o estado e expôs a escalada da violência ligada à guerra entre facções.

O investigado possuía uma longa ficha criminal, com condenações anteriores por homicídio e tráfico de drogas, e já havia cumprido quase dez anos de prisão. Mesmo após deixar o sistema prisional, segundo a polícia, voltou a ocupar posição de destaque nas ações violentas da facção, comandando sequestros, sessões de tortura e execuções.

A morte do suspeito ocorre em meio a uma sequência de operações das forças de segurança após a chacina que abalou a Grande Florianópolis, o resgate de jovens sequestrados e a descoberta de possíveis cemitérios clandestinos usados pela facção para ocultar corpos.

Em nota, a Polícia Civil destacou que as investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos nos crimes e esclarecer completamente a dinâmica das execuções. O caso segue sob responsabilidade da DEIC, que mantém frentes abertas contra o crime organizado na região.

Com informações do Jornal Razão




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